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 04 de Maio de 2026

As transações via Pix passam por uma mudança estrutural com a implementação de novas diretrizes de segurança estabelecidas pelo Banco Central (BC).
 
De acordo com as normas, usuários que trocarem de celular ou acessarem suas contas em aparelhos inéditos enfrentarão um limite de R$ 200 por operação, com teto diário de R$ 1.000, até que o dispositivo seja devidamente validado pela instituição financeira. A medida visa frear a ação de criminosos em casos de invasões de contas e golpes digitais.
 
Além da restrição de valores, o pacote de segurança padroniza o bloqueio cautelar. Segundo o regulamento, esse mecanismo concede aos bancos como Nubank, Itaú Unibanco e Caixa Econômica Federal o poder de reter valores recebidos por até 72 horas caso identifiquem movimentações atípicas.
 
Durante esse período, o montante fica sob análise interna para verificar a legitimidade da transação antes de ser liberado ou devolvido à conta de origem.
 
Restrições em novos dispositivos
 
A limitação automática de valores é ativada sempre que o sistema não reconhece o “perfil digital” do aparelho utilizado. Conforme o Banco Central, o objetivo é garantir que o acesso seja, de fato, realizado pelo titular da conta.
 
- Limite por transação: R$ 200,00.
- Limite diário total: R$ 1.000,00.
- Condição para liberação: o acesso pleno só é restabelecido após a confirmação e validação do novo aparelho junto ao banco.
 
Combate a crimes noturnos e sequestros
 
Segundo o Banco Central, o monitoramento também segue rigoroso quanto ao horário das operações. Entre 20h e 6h, segundo as regras vigentes, o limite padrão para pessoas físicas permanece fixado em R$ 1.000.
 
Essa trava de segurança foi desenhada especificamente para desencorajar crimes de extorsão e sequestros-relâmpago, modalidades que apresentam maior incidência no período noturno.
 
De acordo com as instituições financeiras, embora o correntista tenha o direito de solicitar o aumento desses tetos, os bancos possuem autonomia para realizar uma análise de risco antes de acatar o pedido. O ajuste não é imediato e segue critérios rigorosos de conformidade.
 
O que acontece se o dinheiro for retido?
 
Se uma transferência cair no filtro do bloqueio cautelar, o recebedor não perde o valor de imediato. Segundo as diretrizes de segurança, a quantia fica “congelada” na conta de destino enquanto o banco verifica se há indícios de fraude.
 
Caso a operação seja validada, o saldo é liberado normalmente. Por outro lado, se a irregularidade for confirmada, os recursos são estornados para a conta de quem enviou o pagamento.
 
Para evitar transtornos, os usuários devem manter seus cadastros atualizados e realizar a validação de novos celulares antes de tentar efetuar pagamentos de alto valor.

 

 

 

 

 

*Com informações Folha Vitória

 

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