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 19 de Fevereiro de 2026

Na noite do domingo (15), durante a homenagem da Acadêmicos de Niterói, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou o camarote da Prefeitura do Rio de Janeiro e desceu à avenida para acompanhar de perto o desfile da escola de samba. A ação gerou reação imediata de partidos da oposição, que apontaram possível irregularidade eleitoral e prometeram acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
 
Partido Novo pede inelegibilidade
 
O Partido Novo anunciou nesta segunda-feira (16) que pretende protocolar pedido de inelegibilidade do presidente. Segundo o presidente da legenda, Eduardo Ribeiro, o desfile teria configurado “propaganda eleitoral antecipada financiada com dinheiro público”.
 
O partido argumenta que a apresentação da escola de samba representaria abuso de poder político e econômico, ao utilizar recursos públicos para promover a imagem do presidente em um período pré-eleitoral.
 
TSE já avaliou ações anteriores
 
Na última quinta-feira (12), o Tribunal Superior Eleitoral havia rejeitado ações anteriores contra a escola de samba. Contudo, a Corte destacou que a decisão não era definitiva e que eventuais desdobramentos poderiam ser reavaliados com base nos acontecimentos do desfile.
 
Na ocasião, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou que a situação poderia criar ambiente propício a ilícitos eleitorais, classificando o risco como “muito plausível”.
 
Reações da oposição
 
O senador Flávio Bolsonaro (PL) utilizou as redes sociais para criticar o desfile e anunciou que irá protocolar ação no TSE contra o que chamou de “crimes do PT na Sapucaí”.
 
Outros parlamentares também se manifestaram. O ex-vereador Carlos Bolsonaro compartilhou publicações classificando a homenagem como um “deboche” aos brasileiros, chegando a afirmar que o desfile foi “um tapa na cara de todo brasileiro de bem”.

 

 

 

 

 

 

 

Com informações do Portal R7

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