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 14 de Novembro de 2018

“Antes era uma hipótese, agora é realidade.” Esta foi a fala primordial de Roberto Toledo, responsável pelo empreendimento “C Port Brasil Logística Offshore”, durante as reuniões que ocorreram na quarta-feira (13), em Itapemirim.
 
Em mais uma reunião, a equipe envolvida no Projeto da construção da Base de Apoio de logística da Praia da Gamboa, esteve discutindo e apresentando a atual situação do Projeto para diversos públicos, em Itapemirim, que foi escolhido por ter uma localização estratégica e está em pleno desenvolvimento.
 
Além das reuniões com o Executivo do Município, a equipe conversou, também, com representantes dos Municípios de Marataízes e Piúma e com o Poder Legislativo local. Eles garantiram que após a liberação de alguns órgãos, já prevista para este semestre, as obras devem iniciar em julho de 2013.
 
Na conversa com os municípios vizinhos, Roberto Toledo frisou que as obras estão chegando e apresentou os possíveis envolvimentos e impactos gerados pela chegada do empreendimento nas cidades vizinhas. “O investimento não vai chegar apenas para Itapemirim, os municípios vizinhos também irão se beneficiar. Por isso, temos o interesse em conhecer as preocupações e as ideias dos nossos vizinhos”.
 
Entre os questionamentos dos municípios sobre possíveis mudanças nos mares e praias e sobre o impacto social que a obra pode trazer, a equipe confirma que após a conclusão das obras e o início do funcionamento do Porto, o movimento de pessoas e veículos, comum na alta temporada, pode ser fixo, por todo o ano. “O fluxo de pessoas na região irá aumentar muito. Por isso, colocamos algumas condições, como a preferência pela mão de obra local, bem como a contratação de serviços e empresas, para evitar que além do movimento já esperado, não venham pessoas de longe suprir a demanda de vagas e se alojem de forma desordenada na cidade”, esclarece Roberto.
 
Sobre a alteração nas praias, eles afirmam que estudos foram realizados por empresas especializadas, confirmando que o layout escolhido para a obra não influenciará nas praias vizinhas.
 
Também foi questionado o monitoramento da Praia, para acesso aos banhistas. Neste caso, Roberto explicou que o intuito é evitar que haja novamente o loteamento da praia para instalação de acampamentos, como já ocorreu em outros anos. “O acesso a praia não está impedido, só estamos orientando o público sobre a maneira de melhor usufruir da praia. As pessoas podem entrar, fazer churrasco e passar o dia, só orientamos que não façam fogo no chão, que retirem seu lixo e que preservem o meio ambiente.”
 
Com o Poder Legislativo, Roberto conversou sobre o projeto, apresentando a verdadeira dimensão do empreendimento, e confirmou que a obra esta prestes a começar. Para o Vereador reeleito, Vagner Negrine, esta foi uma ótima notícia. “Esperamos que tenha êxito. Há tempo acompanho o projeto, agora queremos ver a execução.”
 
João Bechara, vereador, também espera pela execução do projeto para que a população possa usufruir deste desenvolvimento. “O investimento tem o que a população precisa, que é emprego e renda, por isso, quero muito ver tudo isso funcionar.”
 
Ainda será realizada uma Audiência Pública, dia 09 de abril, em local ainda indefinido, para que a população também possa participar do desenvolvimento do projeto. 
 
Conheça o Projeto:
 
O empreendimento contempla uma Base de Apoio Logístico Offshore a ser construída na região da praia da Gamboa, em Itapemirim, com a finalidade de atender aos clientes produtores e exploradores de hidrocarbonetos atuando nas bacias do Espírito Santo e de Campos, inicialmente.
 
A obra tem como objetivo assumir grande parte das operações portuárias para o apoio logístico às atividades de exploração e produção de hidrocarbonetos do País contanto para isto, com tecnologias de ponta exclusivas e capacidade técnica inigualável já praticadas e consolidadas nas Bases em operação localizadas no Estado da Louisiana, EUA.
 
O serviço de logística é tratado como um produto de valor agregado ao negócio. São fornecidos serviços de logística integrados aos serviços da Base de Apoio, utilizando um software adequado, maximizando a eficiência, segurança e desempenho do apoio offshore e resolvendo questões críticas como combustíveis, recursos humanos, espaços, carregamentos, tempos e demais questões relacionadas com a logística das operações.
 
Investimento estimado no Projeto:      US$ 650 Milhões
Empregos Diretos :                                            500
Empregos Indiretos:                                   1200
Data estimada para início da Construção :   2° Sem 2013
Principais Clientes : Empresas Internacionais de E&P.
 
Fonte:Assessoria de Comunicação PMI/Foto:Reprodução

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