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 16 de Novembro de 2018

O período eleitoral encerrado no último domingo (28/10) mostra alterações no perfil do eleitor que se ainda não alcançou um estágio capaz de rejeitar o atual modelo de gestão pública, pelo menos contribuiu para afastar políticos profissionais que se notabilizaram por exibirem bandeiras de atuação sem muita consistência, quando relacionadas aos anseios da sociedade.

 

Os senadores Magno Malta (PR) e Ricardo Ferraço (PSDB) são dois exemplos de alteração na preferência do eleitor, agora inserido de forma mais direta na política, observado principalmente entre a camada mais jovem. Derrotados na disputa à reeleição, forma com a também senadora Rosa de Freitas (Podemos), terceira colocada na eleição ao governo do Estado, o grupo sem futuro eleitoral  garantido.

 

Rose de Freitas ainda tem quatro anos de Sanado, até as eleições de 2022, mas a partir daí encarar novo enfrentamento eleitoral é visto como improvável. O pífio desempenho na corrida ao Palácio Anchieta, em terceira colocação, é uma marca negativa. 

 

Ricardo Ferraço tenta se equilibrar em um PSDB aos frangalhos, depois do controle externo do governador Paulo Hartung (MDB), e pode ser secretário de Renato Casagrande (PSB), o governador eleito, mas essa opção é sinalizada como motivo de discordâncias no ninho do socialista. 

 

O caso do senador Magno Malta é o que chama mais a atenção, pelo fato de ele ter se tornado pessoa de confiança do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), com acesso livre à sua residência e lugar “garantido no Palácio do Planalto”, conforme declarou o próprio Bolsonaro após confirmada a vitória das urnas.

 

Círculos ligados a Magno Mala comentam que ele perdeu a eleição porque se dedicou ao extremo à campanha de Jair Bolsonaro. No entanto, o mercado político registra que o senador teve tempo suficiente para levar suas mensagens de campanha, com recursos milionários do Fundo Partidário, da ordem de R$ 2,3 milhões. 

 

Sua rejeição é creditada à repetição de ações originadas na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Maus-Tratos, que se tornaram cansativas e sem resultados práticos, a não ser aumentar sua densidade eleitoral, o que pela primeira vez não aconteceu.  

 

A redução do eleitorado do senador comprova uma alteração na preferência do eleitorado, que apostou nos novatos Fabiano Contarato (Rede) e Marcos do Val (PSB). A rejeição a Magno Malta atingiu a marca de 673,8 mil votos, considerando o 1,2 milhão de votos obtidos em 2010 e os 611,2 mil em 2018.

 

 

Ricardo Ferraço, Rose de Freitas e Magno Malta.Fotos/Reprodução

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Com informações Século Diário/Roberto Junquilho/Redação IOL

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