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 24 de Maio de 2019

A zona de conforto pode ser sedutora, irresistível,  “familiar” e desastrosa. Pode ser definida como a nossa tendência a fazer o que é fácil, cômodo e conhecido, sem intenção de interromper ciclos viciosos e improdutivos ou de começar algo novo ou desafiador, que demande autodisciplina, motivação e comprometimento e que cause dispêndio extra de energia e nos tire da inércia.

 

A origem da palavra conforto vem do latim, cumfortare, e significa aliviar a dor ou a fadiga. Está associado a “um estado prazeroso de harmonia fisiológica, física e psicológica entre o ser humano e o ambiente”. É a nossa tendência de evitar os medos, a ansiedade ou algum tipo de desgaste. Tendemos a ficar num território onde podemos predizer e controlar os acontecimentos. Que pode garantir um desempenho constante, porém limitado e com uma pseudo sensação de segurança.

 

 

As causas mais frequentes que nos fazem ficar na zona de conforto são:

 

· Preguiça: Quando o indivíduo sente cansaço, falta de energia, apatia, desinteresse, depressão, ansiedade, culpa, desmotivação ou tudo ao mesmo tempo…

· Soberba: Quando ele não sente necessidade de aprender nada ou de aprimorar-se, por achar-se pronto, “brilhante” e perfeito (“síndrome do copo cheio”).

· Medo: Quando tem receio de enfrentar os próprios medos: medo do desconhecido, dos riscos, das incertezas, do que pode acontecer, de perder controle ou do que os outros possam pensar.

· Miopia: Quando não se têm claros os impactos e as consequências de algumas atitudes e comportamentos em nossas vidas, no médio e longo prazos.

 

 

E quais as consequências de ficarmos neste estado letárgico, reativo e confortável? Várias…

 

· Desperdício do próprio talento: que é um processo de auto-sabotagem… Apesar da pessoa ter muito potencial, não consegue otimizá-lo nem transformá-lo em performance (como uma mina de diamantes lacrada, inexplorada e improdutiva).

· Impactos negativos na carreira, na imagem e na empregabilidade: ao invés da pessoa ter uma carreira ascendente e bem sucedida, fica estagnada ou até involui profissionalmente.

· Pode acarretar prejuízos à saúde (sedentarismo, obesidade ou dependência química), ao intelecto (perda de memória, de raciocínio e de agilidade mental), à psique (imaturidade, dependência, insegurança e áreas cegas) e à dimensão espiritual (falta de altruísmo, de senso de propósito e da capacidade de ajudar as outras pessoas).

· Pode fazer com que invistamos pouco no nosso autodesenvolvimento, que está ligado a aprender, a mudar nossos comportamentos, a evoluir e a buscar nosso sucesso.

 

 

Para finalizar, algumas dicas para não ficarmos na nossa zona de conforto e sermos pessoas realizadas, equilibradas e bem-sucedidas :

 

· Sonhem grande!

· Sejam muito competentes e comprometidos em tudo que fizerem.

· Sejam muito curiosos, nunca parem de estudar e aproveitem ao máximo os cursos que fizerem;

· Leiam MUITO;

· Façam intercâmbio no exterior (trabalho ou estudo);

· Façam parte de alguma entidade na sua área/ faculdade/ sociedade;

· Fiquem completamente fluentes em inglês e espanhol;

· Preocupem-se com a imagem que projetam para os chefes, clientes, fornecedores, colegas, professores, etc;

· Pratiquem esportes coletivos/ aventura;

· Façam trabalhos voluntários;

· Administrem seu tempo e sua energia com sabedoria (prazer + dever);

· Tenham lazer muito saudável e gratificante.

 

MEXA-SE PELA VIDA!

 

 

 

Por Monica Bello

Colunista

 

 

*Editora do Blog Eleve-se, Formada em Tradução e Interpretação, professora de inglês e tradutora com vasta experiência e estágios nos Estados Unidos e Austrália.

 

 

 

 

 

 

 

 

*Nesta coluna você encontra um espaço de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde, nutrição e bem-estar, tratamentos alternativos naturais, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.Links relacionados: https://endeavor.org.br/desenvolvimento-pessoal/os-perigos-da-zona-de-conforto/

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