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 26 de Setembro de 2020

A saída do Reino Unido da União Europeia (UE) foi apelidada de Brexit com origem evidentemente na língua inglesa resultante da junção das palavras British (britânico) e exit (saída). A saída do Reino Unido da União Europeia foi um objetivo político perseguido por vários indivíduos, grupos de interesse e partidos políticos, desde 1973, quando o Reino Unido ingressou na Comunidade Econômica Europeia (CEE), a precursora da UE. 

 

A saída da União é um direito dos estados-membros segundo o Tratado da União Europeia (artigo 50): "Qualquer Estado-Membro pode decidir, em conformidade com as respectivas normas constitucionais, retirar-se da União".

 

Brexit: Reino Unido oficialmente deixou a União Europeia — O que acontece agora?

 

Foi motivo de celebração para alguns, e de tristeza para outros. O país oficialmente abandonou sua participação na UE às 23h em Londres (20h em Brasília), que corresponde à meia-noite em Bruxelas, a capital da UE. Uma projeção de um relógio em Downing Street (a sede do governo britânico) marcou a ocasião.

 

O primeiro ministro Boris Johnson soltou uma declaração e falou de um "começo de uma nova era" para o país e prometeu uma "verdadeira renovação nacional" depois de 47 anos como membros da União Europeia.

 

Com o divórcio selado, o primeiro capítulo do Brexit se encerra. Mas o próximo apenas começou — ainda há muitos acordos e negociações a serem feitas.

 

 

O que vai mudar?

 

No começo, não muita coisa. Um período de transição de 11 meses começou e o Reino Unido vai, em geral, seguir as regras da União Europeia.

 

As grandes mudanças vão começar quando a transição terminar. Mas a UE é, a partir de agora, um clube com 27 membros, e não 28.

 

Em outras palavras, o Reino Unido continua por enquanto sendo um único mercado e mantendo as regras alfandegárias. Isso significa que as regras de comércio e livre circulação de bens e serviços continuam as mesmas durante o período de transição. A liberdade de movimentação para pessoas continua a mesma e a Suprema Corte da União Europeia ainda tem jurisdição sobre o país por enquanto.

 

Mas não vai mais haver representantes britânicos no Parlamento Europeu nem ministros britânicos nas reuniões da UE onde são tomadas as grandes decisões.

 

A partir de agora, o Reino Unido tentará fechar um novo acordo econômico com a União Europeia e com outros países.

 

Foto/Reuters-Peter Nicholls

 

O presidente americano Donald Trump já acenou para a construção de um acordo de comércio "massivo" com o Reino Unido.

 

Cidadãos britânicos não são mais cidadãos europeus, mas ainda podem viajar livremente pelos países do bloco. O mesmo vale para os europeus no Reino Unido.

 

Mas depois do período de transição, que o Reino Unido diz que terminará em 31 de dezembro de 2020, as regras de imigração vão mudar para os cidadãos do Reino Unido e da UE.

 

Os 3,5 milhões de cidadãos da UE no Reino Unido terão até junho de 2021 para fazer um pedido de residência. Mas se não houver um acordo sobre isso entre o bloco e o Reino Unido, o prazo para ficarem no país é o fim deste ano.

 

Os 1,3 milhões de britânicos na UE terão que fazer um pedido de residência.

 

Depois da transição, o Reino Unido está planejando um sistema de imigração baseado em pontos, que vai afetar todo mundo, quer seja da UE ou não.

 

 

 

Por Giliarde de Oliveira

Colunista

 

 

Administrador, Radialista, pós graduado em Gestão Pública, Professor de Geografia e pós graduado em Educação de Jovens e Adultos.

 

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