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 19 de Julho de 2018

Graças ao novo Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FFC), recentemente criado, o MDB dará os candidatos do partido aos governos estaduais R$ 5 milhões para que cada um. Mas é dinheiro público.

 

Essa informação foi confirmada pelo secretário-geral nacional da legenda, deputado Mauro Lopes (MG). Tentam a reeleição pelo partido os governadores Ivo Sartori, no RS; Eduardo Moreira, em SC; Paulo Hartung, no ES; e Marcelo Miranda, no TO.

 

Os senadores Eduardo Braga e Roberto Requião tentarão se eleger aos governos do Amazonas e do Paraná.

 

Demais cargos

 

“Está garantido também para cada candidato a deputado federal o valor de R$ 1,5 milhão. Independente se o parlamentar é titular do mandato ou assumiu o cargo na condição de suplente”, disse.

 

Para os senadores do partido que tentarão se reeleger, o MDB – através dos fundos eleitorais que a legenda tem acesso, a quantia será de R$ 2,5 milhões.

 

O MDB estuda, ainda, quanto que será investido nas candidaturas dos deputados estaduais. A discussão é que cada parlamentar local abocanhe algo em torno de R$ 500 mil. “Mas isso não está fechado. São muitos candidatos e ainda não há uma definição”, comentou Lopes.

 

O FFC dispõe no orçamento atual cerca de R$ 1,7 bilhão para ser gasto durante a disputa eleitoral. Esse valor poderá ser ainda somado com recursos acumulados no Fundo Partidário.

 

Pois, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou no início deste mês que as quantias acumuladas no Fundo Partidário poderão ser utilizadas pelos candidatos nas campanhas eleitorais.

 

Com isso outros R$ 890 milhões que compõem o Fundo Partidário poderão ser gastos com o processo eleitoral. Assim, o total de recursos públicos gastos na eleição de 2018 deverá ultrapassar os R$ 2,5 bilhões.

 

Divisão

 

Pelos cálculos iniciais realizados pela Justiça eleitoral, MDB, PT, PSDB, PP, PR, PSD e PSB são donos de aproximadamente R$ 1,1 bilhão, cerca de 65% dos recursos do FFC.

 

Se somados os valores do Fundo Partidário que poderão agora fazer frente aos gastos eleitorais, que recebe divisão semelhante, as sete legendas disporão juntas para as eleições de outubro a quantia aproximada de R$ 1,67 bilhões.

 

O PSL, por exemplo, do pré-candidato Jair Bolsonaro que lidera as pesquisas de opinião sem a presença do ex-presidente Lula, tem apenas acesso a cerca de R$ 6,5 milhões do Fundo Partidário.

 

E como não tinha deputados federais eleitos em outubro de 2014 e tampouco tinha parlamentares quando da criação do novo fundo, a legenda que abrigará a candidatura de Bolsonaro deverá ter acesso ínfimo aos recursos do FFC, cerca de R$ 34 mil.

 

Divisão aproximada do Fundo Especial de Financiamento de Campanha – FFC

Partido

Quantia

MDB

R$ 241.978.134,00

PT

R$ 196.114.449,00

PSDB

R$ 186.570.475,00

PP

R$ 149.634.178,00

PR

R$ 117.412.313,00

PSD

R$ 114.589.635,00

PSB

R$ 101.054.904,00

DEM

R$ 88.380.843,10

PRB

R$ 70.990830,20

PDT

R$ 62.907.052,90

PTB

R$ 58.441.138,30

PODE

R$ 40.649.660,10

SD

R$ 39.260.089,70

PSC

R$ 37.385.212,00

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Com informações da Agência Congresso/Redação IOL

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