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 17 de Novembro de 2018

Uma decisão judicial colocou em liberdade os quatro pastores da Igreja Cristã Maranata presos por suspeita de coagir testemunhas durante investigações sobre desvio do dízimo na instituição. 
 
O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) confirmou a decisão, que foi assinada pelo juiz Marcelo Loureiro, da Central de Inquéritos da Comarca de Vitória, e informou que ela deveria ter cumprimento imediato, mas os suspeitos ainda permaneciam detidos na manhã desta quinta-feira (21).
 
Os pastores da Igreja Maranata começaram a ser interrogados pelo Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES), na última terça-feira (19), em Vila Velha. Eles foram detidos há uma semana, em uma operação conjunta entre o MP-ES e a Polícia Federal. 
 
Os pastores são investigados por crimes como estelionato, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, falsidade ideológica e desvio de erário. Eles são suspeitos de interferir nas investigações, coagindo e intimidando testemunhas e autoridades. De acordo com o Ministério Público, o desvio pode chegar a R$21 milhões.
 
De acordo com a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), o documento de liberação poderia ser cumprido a qualquer momento, bastando sua apresentação pelo advogado dos acusados à direção do complexo prisional.
 
A Igreja Cristã Maranata foi procurada, mas não quis falar sobre o assunto. O Tribunal de Contas do Estado determinou que a Fundação Manoel dos Passos Barros, da Igreja Maranata, tem 30 dias para esclarecer as irregularidades apontadas pela auditoria feita no repasse de verba pública para a instituição, que pode ter que devolver o montante de R$ 762 mil. 
 
Fonte: Folhadoes.com.br/com informações do Capixabão/Foto:Internet

 

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